
CARRANCA
Tive pena de mim mesmo
Não aprendi a voar
Pés cravados em areia movediça
Louco sonho a esmo
Ao deus-dará
O abismo suga
Ânima em chamas
Sem mosquete nem adaga
Não há fuga
Nunca se escapa da carranca
No no fim, a vida é uma guerra cruel
Vamos todos para o quartel
Escuro e sem chave
Aproveite a viagem
Ateu Poeta
25/02/2013
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